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Prejuízo da pecuária quase chega a R$ 70 bilhões

Publicada em 19/01/24 às 16:41h

Redação


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Prejuízo da pecuária quase chega a R$ 70 bilhões
 (Foto: Internet)
Os parasitas representam uma séria preocupação na pecuária, sendo responsáveis por significativos problemas sanitários. Conforme revelado por um estudo da Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, os parasitas internos (vermes) e externos (carrapatos, bernes e mosca-dos-chifres) causam prejuízos anuais de aproximadamente R$ 70 bilhões no Brasil. 

Esses problemas também resultam em uma redução de até 20% no ganho de peso dos animais, representando perdas que variam entre 20 a 60kg por animal, conforme destacado pelo médico-veterinário Fernando Santos, gerente de vendas de grandes animais da Syntec do Brasil. "As verminoses subclínicas equivalem de 90% a 98% dos casos, não apresentam sinais evidentes e típicos de uma verminose, dificultando a detecção, aumentando os prejuízos. Dos carrapatos, 95% estão nos pastos, então normalmente o que nós conseguimos ver representa apenas 5% do problema", comenta o veterinário.

Santos destaca a importância do controle estratégico de vermes e carrapatos, enfatizando a necessidade de implementar um protocolo antiparasitário antes do aumento significativo da carga parasitária. Essa abordagem visa prevenir infestações massivas no rebanho, controlando a incidência de carrapatos e parasitas internos. Ele ressalta que a medida preventiva busca reduzir a carga parasitária nos animais e nos pastos, proporcionando um manejo eficaz. O veterinário enfatiza que os protocolos de controle estratégico são personalizados.

"É preciso avaliar individualmente cada propriedade, qual a região, quais os desafios, o rebanho, para ser proposto um protocolo personalizado para a realidade daquela propriedade em específico. No caso dos parasitas internos, é interessante iniciar o controle no início do período seco. Como recomendação geral, o ideal é fazer a vermifugação no início, no meio e no fim do período seco, de preferência. É importante que o protocolo de controle encaixe com as realidades de manejo da propriedade”, conclui.

Fonte: Agrolink




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